Psicanalista
Minha escuta clínica se ancora na psicanálise como exercício de desconstrução e numa atenção constante ao que escapa à linguagem, acolhendo as questões que comparecem através da fala, das narrativas e dos sentidos que a palavra tenta fixar, sem deixar de escutar o corpo, os afetos e aquilo que insiste em se expressar antes ou além do dito. Assim, abandonar a ideia de um sujeito fixo e pronto abre espaço para pensar a subjetivação como processo, um si que se cria e se refaz a cada experiência, a cada encontro. Essa escuta clínica não busca corrigir ninguém segundo um padrão de normalidade, mas devolver a cada pessoa o contato com seu próprio desejo, tomado não como falta a preencher, mas como potência viva que afirma a vida naquilo que ela tem de mais irredutivelmente singular.
Minha escuta clínica se ancora na psicanálise como exercício de desconstrução e numa atenção constante ao que escapa à linguagem, acolhendo as questões que comparecem através da fala, das narrativas e dos sentidos que a palavra tenta fixar, sem deixar de escutar o corpo, os afetos e aquilo que insiste em se expressar antes ou além do dito. Assim, abandonar a ideia de um sujeito fixo e pronto abre espaço para pensar a subjetivação como processo, um si que se cria e se refaz a cada experiência, a cada encontro. Essa escuta clínica não busca corrigir ninguém segundo um padrão de normalidade, mas devolver a cada pessoa o contato com seu próprio desejo, tomado não como falta a preencher, mas como potência viva que afirma a vida naquilo que ela tem de mais irredutivelmente singular.