Psicóloga
Na terapia sistêmica individual, olhamos para os padrões relacionais que se repetem, as crenças herdadas, os lugares que ocupamos nos nossos sistemas (família, trabalho, comunidade) e como tudo isso nos afeta. Não se trata de "culpar" o passado ou os outros, mas de reconhecer que somos seres em relação e que, ao compreender essas dinâmicas, podemos escolher, de forma mais consciente, como queremos nos posicionar e viver. O processo respeita seu ritmo, suas perguntas, suas dores e potências. Caminhamos juntos(as) na direção de mais autonomia, leveza e conexão consigo e com os outros. Atendo adultos nas seguintes questões: Ansiedade e sintomas ansiosos; Depressão e sintomas depressivos; Fobias; Esgotamento emocional e burnout; Conflitos familiares e conjugais; Autoestima e autoconfiança; Sexualidade, orientação relacional e identidade de gênero; Transições de ciclo de vida (casamento, separação, maternidade/paternidade, saída de casa, aposentadoria); Repetição de padrões em relacionamentos (familiares, amorosos e profissionais); Mudanças de carreira e projetos de vida; Dificuldades de adaptação a novos países e culturas; Solidão migratória e ausência de rede de apoio; Conflitos de identidade entre a cultura de origem e a nova cultura; Choque cultural e estresse aculturativo; Retorno ao Brasil e dificuldades de reinserção; Relacionamentos interculturais (familiares, amorosos, profissionais); Preconceito, xenofobia e discriminação vividos no exterior.
A terapia de casal na abordagem sistêmica compreende o relacionamento como um sistema com regras, padrões e dinâmicas próprias. O foco não está nos indivíduos isoladamente, mas nos padrões de interação que se repetem e nos significados construídos ao longo da história do casal. O processo terapêutico oferece um espaço neutro e qualificado para que o casal possa: Identificar ciclos disfuncionais de comunicação; Acessar necessidades e emoções subjacentes aos conflitos; Negociar acordos mais justos e alinhados com os valores de ambos; Fortalecer a aliança e a intimidade; Tomar decisões conscientes sobre o futuro da relação. Áreas de atuação com casais (independentemente da configuração relacional): Comunicação e resolução de conflitos; Padrões repetitivos de briga, escalada de conflitos, evitação, crítica e defensividade; Vínculo, intimidade e sexualidade; Distanciamento afetivo, diferenças no desejo, vivências da sexualidade, infidelidade e quebra de confiança; Transições do ciclo de vida do casal: Início da conjugalidade, parentalidade, filhos adolescentes, síndrome do ninho vazio, aposentadoria; Relação com famílias de origem, estilos parentais divergentes, interferência externa; Diversidade relacional e de gênero; Casais homoafetivos, bissexuais, trans e não binários; Relações não monogâmicas consensuais; Acordos e negociação de limites; Marcadores sociais e poder: Desequilíbrios na divisão de tarefas, assimetrias financeiras, violências sutis, racismo, xenofobia e outros atravessamentos que afetam a relação; Migração e deslocamento; Casais binacionais, relações à distância, adaptação cultural de um ou ambos, solidão a dois em novo país.